No último sábado, dia 8 de março, foi o Dia Internacional da Mulher. Essa data foi proposta por Clara Zetkin, uma feminista marxista alemã, durante a 2ª Conferência Internacional das Mulheres, em Copenhague, na Dinamarca. Inicialmente, a reivindicação era por igualdade salarial, mas, atualmente, simboliza a luta das mulheres não apenas contra a desigualdade salarial, mas também contra o machismo e a violência. O livro MULHERES FASCINANTES: A PRESENÇA FEMININA NA VIDA DE JESUS traz personagens muito parecidas com qualquer um de nós, seres humanos sujeitos a imperfeições encontradas nos indivíduos da atualidade. Nos encontros descritos, conseguimos identificar com clareza sentimentos e emoções que nos dominam, como orgulho, vaidade, humildade, dor, ódio, inveja e frustração, por exemplo, trazendo os conselhos de Jesus para lidar com todos esses males de forma cristã.

O papel da mulher é imenso na vida dos povos. Irmã, esposa ou mãe, é a grande consoladora e a carinhosa conselheira. Ela gera o filho, preparando o homem do futuro. Elas são protegidas pelos amigos espirituais e, especialmente, por Maria de Nazaré. O Cristo chamou as mulheres a serem Suas discípulas.